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Quem quer ter uma postura mais sustentável em casa precisa tomar alguns cuidados. Leia estas 12 questões importantes:

1) Selecionar equipamentos como geladeira e ar-condicionado com fluidos refrigerantes sem CFC, HCFC e halons – compostos cuja emissão causam dano à camada de ozônio

2) Economizar energia, comprando produtos com selo Procel com nível A na “Etiqueta de conservação de Energia INMETRO”, desenvolvida pelo Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica que indica níveis de eficiência energética

3) Dar preferência a lâmpadas fluorescentes ou leds, que apresentam baixo consumo de energia

4) Buscar a segmentação da iluminação, evitando que um só interruptor acenda tudo

5) Economizar água instalando válvulas de descarga com duplo fluxo (de 3 e 6 litros), para líquidos e sólidos. É aconselhável instalar também torneiras com sensor na pia do banheiro

6) Optar por prédio que faz a separação e a destinação correta dos resíduos, incluindo a do óleo de cozinha

7) Exigir dos fornecedores de madeira o Documento de Origem Florestal (DOF), emitido pelo IBAMA, e o selo de manejo florestal Forest Stewardship Council (FSC)

8) Dar preferência a produtos regionais, para evitar o transporte, o que reduziria a emissão de gases de efeito estufa e estimularia a economia local

9) Utilizar lâmpadas com baixo teor de mercúrio, substância altamente prejudicial à saúde e ao meio ambiente

10) Comprar tintas, vernizes, colas, selantes, compensados, pisos e laminados com baixos índices de compostos orgânicos voláteis – poluentes emitidos no processo de fabricação desses produtos

11) Buscar projetos que tenham ventilação cruzada, com entrada e saída diferentes do ambiente, favorecendo o trânsito de ventos e a renovação do ar, o que garante o conforto térmico do imóvel.

12) Escolher projetos que trabalham a orientação solar, aproveitando ao máximo a iluminação natural ao longo do dia. Isso evita com que a luz seja acesa sem necessidade.

Nem sempre as grandes idéias são coisas tão complicadas, como esse porta trecos feito com latas de aço recicladas. Algumas coisas que temos em casa simplesmente acabam virando bagunçando e indo para o lixo,  por que não transformar essa bagunça em ordem, usando aquelas latas de aço em objetos uteis.

O HGTV tem idéias bem interessantes para reutilizar as latas no dia a dia. Visite o site e confira centenas de outras idéias.

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No livro a Era das Máquinas Espirituais, preve que um computador iria vencer o campeão mundial de xadrez aproximadamente em 1998. Adiantei que, quando isso acontecesse, iríamos ver com melhores olhos a capacidade de inteligência dos computadores – e, com piores, a nossa própria. Em 1987, o Deep Blue [computador desenvolvido pela IBM] derrotou Gary Gasparov, então campeão no esporte. Analistas da computação e cientistas pontuaram que a façanha só deixava claro como computadores eram bons em fazer análises lógicas de alta velocidade e que o xadrez era apenas uma forma de lidar com a explosiva combinação de possibilidades.

Humanos, por outro lado, conseguiriam lidar com as sutilezas e imprevisibilidades da linguagem: somos únicos na habilidade de entender suas elaboradas estruturas, de unir símbolos para formar uma idéia. Isso é o que diferencia os humanos.

Quer dizer, até agora. O computador Watson é um belíssimo exemplo da crescente habilidade das máquinas de invadirem com sucesso essa atribuição supostamente exclusiva da inteligência humana. Uma vez que o computador alcançasse o nível humano de padrão de reconhecimento e de entendimento da linguagem, ele se tornaria inerentemente superior a nós, pela habilidade da máquina de aliar essas características a uma extensa base de dados. Ainda não sabemos onde a vitória do Watson no Jeopardy! vai nos levar, mas isso prova que o computador conquistou um novo patamar para seus companheiros de bits e bytes.

Por hora, a polêmica reside no fato de que a inteligência não-biológica é igual à inteligência humana. E de que a inteligência artificial pode se tornar milhares de vezes mais esperta que nós. O que é inequívoco. Mas mantenha em mente que isso não significa uma invasão alienígena das máquinas. Estamos criando essas tecnologias para expandir nossos limites. Finalmente vamos estender muito nossa própria inteligência graças a essas ferramentas que são fruto da nossa própria criação.

Braço biônico, desenvolvido pela Universidade Johns Hopkins, imita quase todos os movimentos humanos
Cientistas da Universidade Johns Hopkins, em Baltimore, nos Estados Unidos, desenvolveram uma prótese de braço humano que pode ser a mais sofisticada do mundo. Além de se aproximar bastante com a forma e a agilidade de um braço natural, ela é guiada apenas pelo pensamento do usuário. Batizada como Modular Prosthetic Limb (MPL) – Prótese Modular de Braço –, o aparelho é composto de uma mistura de fibra de carbono ultraleve com uma fusão de metais de alta resistência.
O braço-robô pesa um pouco menos de 4,5 kg, é semelhante a um braço humano médio, e permite até 22 graus de liberdade, enquanto o natural permite 30. Assim, é possível segurar objetos com precisão e firmeza, sem o perigo de esmagar os mais frágeis. O pulso e o cotovelo também giram com facilidade. “É muito próximo à habilidade humana. Ela [a prótese] não pode fazer absolutamente tudo. Não pode curvar a mão como uma concha, mas é possível controlar todos os dedos individualmente”, diz Michael McLoughlin, chefe da equipe que desenvolveu o braço biônico.
Um protótipo do MPL foi testado por pessoas que tiveram um ou os dois braços amputados. Por meio de cirurgia, médicos redirecionam os nervos que normalmente controlariam o braço para o músculo não utilizado do peito. Os sinais desse nervo são interpretados por eletrôdos que movimentam a prótese. “O cérebro ainda pensa que o braço está lá, e se você puder capturar esses sinais, é possível conseguir algo realmente surpreendente.”, diz McLoughlin. O pesquisador afirma que é provável que o braço biônico esteja disponível para comercialização no prazo de um ano.

Estudo mostra que brasileiros geraram 6,8% mais resíduos sólidos em 2010
O Panorama de Resíduos Sólidos de 2010, estudo realizado pela Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe) mostra que a geração brasileira de lixo cresceu 6, 8% em 2010 comparada aos números do ano anterior – índice seis vezes maior do que o crescimento da população das cidades no mesmo período. O País eliminou um total de 60,8 milhões de toneladas de lixo sólido em 2010.

De acordo com o Panorama, cada brasileiro produziu em média 378 quilos de resíduos em 2010, contra os 359 quilos registrados em 2009 – um crescimento de 5,3%. A boa notícia é que a coleta de lixo também cresceu 7,7 % em 2010, foram 54,1 milhões de toneladas recolhidas.
No entanto, a reciclagem não acompanhou o crescimento da produção de lixo, 57,6% dos municípios brasileiros afirmaram contar com algum tipo iniciativa. Em 2009, foram 56, 6%. Cerca de 23 milhões de toneladas de lixo ainda não têm destinação adequada em aterros sanitários, e acabam parar nos lixões.

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