No livro a Era das Máquinas Espirituais, preve que um computador iria vencer o campeão mundial de xadrez aproximadamente em 1998. Adiantei que, quando isso acontecesse, iríamos ver com melhores olhos a capacidade de inteligência dos computadores – e, com piores, a nossa própria. Em 1987, o Deep Blue [computador desenvolvido pela IBM] derrotou Gary Gasparov, então campeão no esporte. Analistas da computação e cientistas pontuaram que a façanha só deixava claro como computadores eram bons em fazer análises lógicas de alta velocidade e que o xadrez era apenas uma forma de lidar com a explosiva combinação de possibilidades.
Humanos, por outro lado, conseguiriam lidar com as sutilezas e imprevisibilidades da linguagem: somos únicos na habilidade de entender suas elaboradas estruturas, de unir símbolos para formar uma idéia. Isso é o que diferencia os humanos.
Quer dizer, até agora. O computador Watson é um belíssimo exemplo da crescente habilidade das máquinas de invadirem com sucesso essa atribuição supostamente exclusiva da inteligência humana. Uma vez que o computador alcançasse o nível humano de padrão de reconhecimento e de entendimento da linguagem, ele se tornaria inerentemente superior a nós, pela habilidade da máquina de aliar essas características a uma extensa base de dados. Ainda não sabemos onde a vitória do Watson no Jeopardy! vai nos levar, mas isso prova que o computador conquistou um novo patamar para seus companheiros de bits e bytes.
Por hora, a polêmica reside no fato de que a inteligência não-biológica é igual à inteligência humana. E de que a inteligência artificial pode se tornar milhares de vezes mais esperta que nós. O que é inequívoco. Mas mantenha em mente que isso não significa uma invasão alienígena das máquinas. Estamos criando essas tecnologias para expandir nossos limites. Finalmente vamos estender muito nossa própria inteligência graças a essas ferramentas que são fruto da nossa própria criação.






Essa Matéria define bem a era actual, maquinas que possam pensar ou substituir até mesmo os humanos em alguma actividade. tudo em prol da eficiência e velocidade mais ai fica uma duvida em sustentabilidade a Valorização da mão de obra deicharia de ser um topico afinal inteligencia artificial seria substituta em alguns aspectos comparado com a inteligencia humana